" Estejam na sua garganta os altos louvores de Deus, e espada de dois
fios nas suas mãos". SL 149:6


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Luciano Manga Lança Livro Sobre o Oficina G3

A MK Editora acaba de lançar o livro do Pr. Luciano Manga: Meus Dias no Oficina G3. A obra revela detalhes do período em que Manga integrou uma das mais expressivas banda de rock gospel do país como vocalista. O livro pode ser considerado um registro histórico do grupo. O autor aborda a explosão da música como ferramenta de evangelização.

O livro relata episódios curiosos da banda que tem mais de 20 anos de estrada. Pra quem curte viajar no tempo, as fotos são muito atrativas e mostram flashes de momentos vividos por Luciano Manga ao lado dos integrantes do grupo. Desde o início de tudo - na Igreja Cristo Salva, conhecida como “do Tio Cássio” no chamado Grupo 3 –até os últimos dias em que o autor foi integrante da banda.

Estão lá descritas as viagens, entre elas Uruguai, Argentina e Estados Unidos, testemunhos, uma reflexão sobre influências e mudanças, uma lembrança do skate no palco, da aventura de “mosh” (saltar no meio da platéia durante os show) que quase acabou no hospital, entre muitas outras histórias. O tema preconceito ganhou um capítulo do livro. Lá, Manga defende sua tese e fala de como enfrentou esse desafio em seu ministério.

Alguns trechos do livro:

“Canções e mais canções começaram a surgir e todas elas eram apresentadas em primeiro lugar nas reuniões de segunda-feira no “Tio Cássio” para depois ser tocadas em outros espaços. Éramos fiéis aos nossos líderes e comunidade que nos dava total liberdade. Não aceitávamos convites para tocar aos domingos, pois entendíamos que tínhamos que servir a nossa comunidade, e isso foi o que, em princípio, muita gente não conseguia entender. Para nós era claro: em primeiro lugar tínhamos um compromisso como grupo de louvor e adoração, tínhamos um líder e entendíamos o princípio de submissão. Domingo dedicávamos à nossa comunidade.”

“Algo que sempre foi um valor no Oficina G3 é o respeito, principalmente com aqueles que não entendiam o que estávamos fazendo. Se eles não entendiam, então o melhor era não ir até eles. Não fomos chamados para agredir ninguém. Não fomos chamados para mostrar que somos melhores, e, muito menos, impor o ritmo que gostávamos para aqueles que não gostavam.”

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